quarta-feira, agosto 31

Cock Robin

Há pouco, no rádio sintonizado no Rádio Clube Português, ao ouvir Cock Robin lembrei-me de uma piada que não resisto a colocar aqui.
Ouvi-a faz bastantes anos, pela voz de Nicko McBrain, baterista dos Iron Maiden, num álbum de "Spoken Word's".
Reza mais ou menos assim:
pergunta Robin:
- "What's that in my ass Batman?"
- "It's my cock Robin!".

terça-feira, agosto 30

o que eu "li" [ao contrário do Público] da declaração de Manuel Alegre??? "façam beicinho!! façam beicinho que eu até avanço [para candidato a Presidente da República]!!"

segunda-feira, agosto 29

O outro Verão

Há por aí alguém que não esteja farto de Coimbra?

sexta-feira, agosto 26

Fim da minha "silly season"...

photo sempre havia desconfiado [e afirmava-o de forma peremptória em círculos de amig@s no meio de conversas(?) literárias(??)] que Margarida Rebelo Pinto nada tinha por (de)baixo, mas quando dizia isso referia-me [como é evidente] ao (ausente) conteúdo dos seus livros(??), das suas escritas(?). pela foto aqui ao lado parece que a menina não gosta mesmo de ter nada por (de)baixo... "balha-nos Deus!!", como diria a Ruth Marques (também na foto, mas [como deve ser] mais "compostinha" do que a Margarida).
desta forma dou por finda a minha "silly season"... desculpem-me qualquer inobservância ou abuso indecoroso, deve-se à alta taxa de humidade atlântica (garanto-vos)!

quinta-feira, agosto 25

falam, falam em produtividade d@s tugas mas... e isto?!!

Salário Mínimo em Portugal é 31% inferior à média da União Europeia, o Salário Mínimo em Portugal tem o valor de 374,70 euros, contra a média de 641,2 euros praticada pelos outros Estados-membros. Com valores superiores a Portugal surgem [por exemplo] a Eslovénia (490 euros), Malta (557 euros), Espanha (599 euros) e Grécia (668 euros). Nos Estados Unidos da América, o Salário Mínimo está fixado nos 666 euros.
[dados do Eurostat hoje divulgados, para download aqui]

quarta-feira, agosto 24

Nuestros hermanos

Alguém que foi a Paredes de Coura queixou-se na televisão que aquilo era só espanhóis. Disse que é uma vergonha os espanhóis invadirem aquilo e ainda se porem a montar tendas em cima das dos portugueses. Onde é que já se viu tamanha falta de respeito? Devem pensar que podem chegar aqui e divertir-se!...

Fora do mundo

Sem o fora do mundo, onde é que eu vou gastar agora o tempo que passo na internet sem querer vêr nada específico?

Paredes de Coura

Depois da carrada de barbaridades que a jornalista do Público escreveu sobre os concertos de Paredes de Coura, utilizo este pequeno espaço público para repôr alguma verdade.

1º dia:
Entre barulho e cerveja (1,5? cada) não consegui ouvir quase nada a não ser o Zé Pedro dos Xutos a passar versões aceleradas e com batida de música de dança de bandas como Pixies, Strokes e Nirvana.

2º dia:
Unplayable sofa Guitar (palco Songwriters) - Estava à espera que fosse melhor. Tentam fazer música inspirada na folk e country norte-americanas mas entre guitarras pouco sincronizadas e a serem tocadas com pouca habilidade e uma voz feminina muito fraquinha, resta pouco.

Death from above 1979 - Ouvi o concerto quase todo de fora do recinto, entrei a tempo de ouvir as 2 últimas músicas. Fiquei com pena de não ter visto o resto. Pareceram-me muito bons, duas pessoas (uma na bateria e a cantar e outra a tocar baixo) a fazer um som muito original e refrescante. Confirmei a boa ideia que tinha deles.

!!! (tchk tchk tchk) - Engraçadinho. No Público disseram que foi uma coisa do outro mundo mas não foi. Deu para dançar timidamente enquanto não fartou (o que aconteceu a meio do concerto). Apesar da presença em palco do vocalista, o tipo de música que fazem não impressiona por aí além. Bom, mas não muito.

Kaiser Chiefs - GRANDE surpresa. Não estava à espera de grande coisa mas revelou-se um dos melhores concertos que já vi. Não só têm músicas à altura a provar que a música pop pode ser fantástica, como têm uma presença em palco própria de quem ainda se lembra de estar do lado do público. O vocalista assume o papel principal e cumpriu-o mesmo depois de se ter aleijado num pé logo na primeira ou segunda música. Muito, muito bom.

The Bravery - Eles bem que queriam mas ser de Nova York não chega para que eles toquem música boa. À vontade o pior concerto de todo o festival. Demasiada arrogância (ainda por cima, forçada) para uma música com tão pouca qualidade.

Foo Fighters - Abram alas para os putos irem para o mosh. A princípio não gostava muito mas tinha-lhes algum respeito (afinal de contas, o rapaz foi baterista dos Nirvana). Desde há uns tempos para cá tenho vindo a perder o respeito e gosto cada vez menos da música. Em concerto, usam-se de ter o som muito alto para mascararem músicas praticamente iguais umas às outras que repetem fórmulas usadas e gastas. Foi irónico ouvir o Dave Grohl dizer que eles não são como muitas bandas de rock que chegam ao palco e são uns autênticos autómatos, porque foi exactamente isso que eles fizeram.

3º dia:
Arcade Fire - Engraçado. O Público achou este concerto um momento histórico, daqueles que não se repetem, uma verdadeiro fenómeno, a derradeira Iluminação. Mas não foi nada disso. Foi engraçado e pronto. Muito instrumentos em palco e eles sabem utilizá-los a todos mas o que eles fazem não espanta ninguém. Melhor que !!! mas nem por isso tão fantástico como se disse.

The Roots - O que é que faz uma banda de hip hop neste festival? Foi a pergunta que eu e praticamente toda a gente fez. Naquilo que fazem são bons (tudo tocado com instrumentos, sem auxílio de gira-discos ou samples) mas uma brutal seca. Tive que os gramar para guardar um lugar para Pixies.

Queens of the Stone Age - Rock 'n' Roll. Um concerto sólido feito com boas músicas de rock 'n' roll. Serviu para mostrar aos fãs de Foo Fighters a que é que soa bom Rock.

Pixies - Ah! O momento da noite (e do festival)! Sentia o nervosismo na barriga e quando o Frank Black entra em palco com uma guitarra acústica a tocar Wave of Mutilation, o mundo perdeu os seus contornos e durante aquele tempo só existiu aquele concerto. Não falaram para o público, é verdade, mas eu estava lá para os ouvir tocar e a atitude punk (26 músicas em 1h30m) é a mais indicada. O que eu mais temia não aconteceu: as músicas não estavam cristalizadas na forma que tinham tomado nos respectivos álbuns, estavam fluídas e frescas. Já não tenho pesadelos por não os ter visto no Super Bock Super Rock.

4º dia:
Woven Hand - Demasiado calmo para o público festivaleiro. O tema cristão da música também não é o mais adequado para quem estava lá. De qualquer das formas, foi um concerto descontraído que conseguiu ser bem sucedido onde os Unplayable sofa guitar falharam.

Juliette and the licks - Yeah yeah yeahs + PJ Harvey + Avril Lavigne + clichés do rock. Uma mistura de coisas muito boas com coisas muito más. Não ia sentir a diferença se não tivesse visto o concerto mas também não foi abominável. Divertido.

Vincent Gallo - Mais uma grande surpresa. Outra vez, muito calmo para o público em questão. À minha volta só ouvi azeitices, pelo ar ecoavam insultos e assobios. Gabo a coragem ao Vincent Gallo, que, apesar de tudo isso, conseguiu manter-se bem-humorado e dar um concerto fabuloso. Nunca tinha ouvido nada dele, mas o som que saía daquelas colunas fazia lembrar Jeff Buckley e, ao mesmo tempo soava a qualquer coisa nova e original. Muito bom.

Nick Cave - Ok, já fui com pré-conceitos porque não sou especial fã de Nick Cave. O tamanho gigantesco da banda (que incluía 3 cantoras - pensei que isso já não se usasse) foi utilizado de forma espantosa. Notava-se que os músicos estavam todos espantosamente sincronizados. Os dois pontos negativos foram a utilização abusiva da banda (podia ter alternado com algumas músicas num formato mais pequeno para não cansar tanto) e a duração excessiva do concerto (num teatro, não me queixaria mas ali o conforto não abunda). De qualquer das formas não me parece que vá comprar algum album dele para não estragar a boa impressão com que fiquei.

E assim foi.

Presidenciais: (ainda e sempre) mais do mesmo...

terça-feira, agosto 23

"montanha pariu um rato": Jerónimo (re)candidato do PC à Presidência da República...

afinal o PC ainda é aquilo que sempre foi e "O" comité central decidiu, está decidido: Jerónimo (re)candidata-se à Presidência da República.
repare-se para este (repetido) pormenor jornalístico (que rotulo de absolutamente assassino): "Em 1996 [Jerónimo] concorreu à Presidência da República, tendo desistido [na 1ª volta, obviamente sem ir a votos] a favor de Jorge Sampaio, que derrotou o ex-líder do PSD Cavaco Silva" [em notícias tanto na TSF como no Público].
agora [para as eleições presidenciais serem um completo "dejá vu"] só fica mesmo ainda a faltar o PP apresentar [como seu candidato] o Basílio Horta e o Bloco apresentar o Rosas. será que (sem que nós saibamos) as eleições presidenciais de 2006 teêm um outro pré-requisito: só se pode candidatar quem já tiver sido candidato?? julgo que no Bloco não se tomarão decisões incorrectas, até há Boas soluções vindas dos sectores académico-intelectuais próximos do Bloco; dia 3, no Porto, devem sair novidades.

os males menores da Maior academia...

há coisa de um ano atrás, tivemos Miguel Duarte (então presidente da DG/AAC) a assumir o [primeiro?] mal menor [que seria o fim decretado do boicote às propinas (luta histórica da Academia!!!) e o antecedente lançamento (por parte da Reitoria) do programa de pagamento de propinas em atraso].
quase um ano depois (praticamente pela mesma altura [lá na Reitoria devem gostar muito de decidir coisas na época do Verão]), a Reitoria da UC institui o regime de prescrições. será que Fernando Gonçalves (actual presidente da DG/AAC) irá assumir as prescrições como outro mal menor?? suponho, que por agora, a sua(???) equipa(?) dirigente(??) ande a banhos... ou (quem sabe?) à pesca, sabe-se que o peixe graúdo [de Novembro] se apanha agora para mais tarde degustar.
pergunto-me: de mal menor em mal menor que lutas estudantis ainda ficam para a histórica Academia coimbrã? foram-se as propinas! vão-se as prescrições! resta... a qualidade de ensino? a pedagogia? as saídas profissionais? a produção de festas-convívios-jantares, torneios de bola, saídas de montanha, etc? para quem, para que pessoas, continua(?[rá??]) a lutar a AAC?
pergunta de algibeira: terá havido mão de Antero (de Quental) nos fogos que quase chegaram ao pólo 2 da UC?

segunda-feira, agosto 22

O sagrado e o profano musicados por Sérgio Godinho II

As Bodas em Paris, do Romanceiro Português de Leite de Vasconcellos, vol. 1 (Coimbra 1958, p. 462)

- Em França vi uma dança e outra em Valhadolid.
- Que queres tu, ó bom conde? Conde, que queres aqui? Tu ou vens por ver a dança ou vens por me ver a mim.
- Não banho por ber a dança, que outra mais guapa já bi; Venho por ver o teu corpo tão gigante e tão gentil.
- Leva-me daqui, ó conde, conde, leva-me daqui.
- Tenho medo ao teu marido, que me mate já ali.
- O meu marido, ó conde, longes terras 'stá daqui. Lá no meio, do caminho, seu marido vinha ali.
- Que levas aí, ó conde, conde, que levas aí ?
- Levo uma pastorinha que achei a dormir p'r'ali. Estando nestas razões, caíra-lhe o chapelim.
- E esse chapelim, ó conde?
- Dinheiro custou-me a mim. Leva-a tu, por esta noite; amanhã trai-a m'aqui. Levou-a no Mês de Maio, trouxeras no mês d?Abril. Levara-a, ele vazia, trouxeras para parir.

O sagrado e o profano musicados por Sérgio Godinho I

O Rei e a Virgem Romeira, do Romanceiro Português de Leite de Vasconcellos, Vol. II (Coimbra 1960, p. 324)
- Oh que linda rosa branca naquele claro passeia! El-rei estava à janela, logo se namorou dela.
- Mal parece uma menina andar só por esta terra.
- Mais mal parece a el-rei baixar-se a falar com ela; mas eu não venho sozinha, meu marido atrás queda. Voltou el-rei p?ró palácio, nem comera, nem bebera.
- Que tendes, ó senhor rei, que agonizado ?stivera?
- É por aquela menina que naquele claro se queda. Alto! Alto! Meus criados, ide lá em busca dela! Nem por ouro, nem por prata não vos venhais cá sem ela. Correram doze mil léguas sem acharem a donzela; acharam-na penteando debaixo de uma oliveira. Co?o lustre do seu cabelo a oliveira amadurera, e com a luz dos seus olhos todo o mundo esclarecera!
- Deus a guarde, ò menina, Deus a guarde ò donzela. Somos criados d?el-rei, mandados a muita pressa: Nem por ouro, nem por prata nos fôssemos lá sem ela.
- Alto, criados d?el-rei, Deus vos leve à vossa terra! Dizei lá ao vosso rei que não é quem el?cuidera. S?ele é rei dos seus vassalos, eu sou do Céu e da Terra.

Mais uma Amendoeira!

Lula Pena trouxe-me novidade interpretativa na execução musical - deslocalizou o fado, minimalizou o tropicalismo - e personalizou temas oriundos de famílias estilísticas incongruentes, que nela ganham uma identidade nada esquizofrénica. Já sabemos que toda a roupagem é criativa, mas como diria o outro, a aura não simpatiza lá muito com a reprodução.
Leio hoje, nas últimas páginas do DN, o nome de Maria Teresa. Os adjectivos replicam Lula Pena, a fronha não lhe é nada estranha e o alinhamento do primeiro album (O Mar...) traz pelo menos quatro temas consagrados, neste universo saltimbanco, pela supracitada: Argonauta (Os argonautas?), Rua do Capelão, Rosinha (dos limões?) e Gaivota. Data de 2000, portanto há-de ser posterior ao Phados. A colaboração do Moustaki alavancou a intérprete e, provavelmente, tê-la-á introduzido nos esquemas da chanson française. O último album, Lusofonia, pelo que li, sai bonificado pelo retratamento (enésimo) do "Retrato em preto e branco", a que eu inicialmente acedi via Motor da Luz da Eugénia Melo e Castro e que me seduziu pelo prolongamento que sofre com a "Gota d'água" do Buarque. Tanto melhor. Mas tudo me levaria a desconfiar (por efeito saturação e prepotência blasée) do trabalho desta senhora. Até ouvir, não ajuizo. Mas a fórmula de criação que sustenta esta singular indústria não me pode deixar indiferente: «On témoigne un répertoire où se croisent la nostalgie du fado, la gaieté du vira nord-portugais, le baião, le samba et le forro brésilien.»

domingo, agosto 21

candidat@ presidencial "do PC"...

espero ansiosamente pela decisão d' "O" Comité Central, em reunião ordinária [sem aspas] na próxima terça-feira (já depois de amanhã!!); parece que de lá sairá candidato à Presidência da República. esta noite, Marcelo (sempre muito bem informado, como é seu hábito) aventou a hipótese de ser não um candidato mas uma candidata, ou seja, uma mulher... neste caso, tirando Odete Santos não vejo mais ninguém do sexo feminino nas fileiras do PC que tenha visibilidade/impacto nacional para ser "presidenciável". ou, então, será o mero lançamento de mais uma pequena figura, apenas com o intuito de arregimentar à sua volta o eleitorado de sempre do PC para depois não irem sequer a votos mas poderem vangloriar-se de "terem dado" uma eventual vitória ao candidato de esquerda(?) através da dessistência d@ seu/sua candidat@.

sábado, agosto 20

Reunião do Senado da Universidade de Coimbra (em 20.10.2004): "magníficas Seabrices" de há 10 meses atrás...

photo (...) Somos tantos a não ter quase nada
porque há uns poucos que têm quase tudo
mas nada vale protestar
o melhor ainda é ser mudo
isto diz de um gabinete
quem acha que o casse-tête
é a melhor das soluções
para resolver situações
delicadas

a vida é feita de pequenos nadas (...)


[extractos da letra de "A VIDA É FEITA DE PEQUENOS NADAS", música de Sérgio Godinho do albúm "Pano Crú"]

sexta-feira, agosto 19

como a "season" parece que é mesmo "silly" aqui deixo um certo circo [duma certa política], no cartoon da Visão desta semana...

quinta-feira, agosto 18

quarta-feira, agosto 17

espero que o meu "post" anterior não seja [de todo] mal entendido [por ninguém]. afinal... a "season" é "silly", ou não??
"quem é... quem é o papá??!"

terça-feira, agosto 16

vem aí uma bomba!!! é esperar... é esperar!!!
- "Ó Pipo... larga a droga, meu!!"
- "Não chateies!! A minha droga é a Joana!!!"...

segunda-feira, agosto 15

o FoiUmAr anda muito mortiço. parece que [por aqui] tod@s abalaram de férias. assim sendo (e estando também eu de férias, perdido no meio do Atlântico), preparo-me para polemizar um pouco por aqui. EM BREVE haverá por cá um "post" deveras polémico!! é esperar... para ver...
- "Ó Pipo, larga a droga, meu!!"
- "A minha droga é a Joana!!"...

a (estúpida) Direita [portuguesa]e a Interrupção Voluntária da Gravidez...

parece que o novo[??] CDS (novo-velho [o de Ribeiro e Castro], assim fica melhor); dizia, o CDS tinha uma proposta de se criar o Dia Nacional da Criança por nascer. essa ideia é [para além de idiota], absolutamente, de bradar aos céus!!
para a nova(??) direcção da Direita mais estúpida da Europa [como, em tempos, lhe chegou a chamar o Grande Satã ao CDS/PP] descriminalizar (ou mesmo apenas despenalizar) a interrupção voluntária da gravidez (IVG) é significativo da liberalização da IVG. que parte [na questão da IVG] é que el@s não entenderam?? não sei, apenas sei que hipocrisia el@s sabem-na a rodos, senão veja-se o que disse Ribeiro e Castro [em entrevista no DN de sábado]: "a criminalização [da IVG] deve estar na lei, mas os juízes não devem aplicá-la"!! a Direita assume (por completo!!) que há leis que são meramente "verbo de encher"; leis que devem existir somente para bem das nossas (das del@s!) consciências, entretanto tapa-se a cara (para não ver) a barbárie das entradas de urgência nos Hospitais por abortos feitos em vãos-de-escada sem condições mínimas!!