sábado, julho 30

Como se chama o partido herdeiro do nacionalismo estado-novista?

(No incício da corrida) A Capital chegou ao fim

Nos últimos meses dei comigo a preferir, desdenhando e sem exclusoes, a Capital ao Público. Sao diferentes (na linha e critérios editoriais) e desiguais (na capacidade e densidade da cobertura jornalística). A captaçao de novos colaboradores de opiniao - entre os quais Pedro Adao e Silva - constituiu um investimento editorial assinalável, tal como uma certa renovaçao do tratamento noticioso e do discurso jornalístico, que lhe assegurou alguma visibilidade pública recente, embora sem nunca concorrer com os diários de referência. Intuitivamente interpretei esta novidade ventiladora da imprensa portuguesa como um sinal de potencialidade, rapidamente precarizado com a demissao de Luís Osório há uns meses. Na altura nao a percebi - até porque o editorial que escreveu nao foi claro nem surgiram grandes repercussoes na opiniao pública. Talvez esteja agora esclarecida. Aguardamos novas páginas que integrem tao imporantes "recursos humanos", exceptuando o Osório, que nao espera que as coisas lhe caiam do céu: já ninguém o tira da mediana conversa televisiva ou radiofónica, nao dispensando o comentário sereno, gratuito e... inusitado.

Para os mais comezinhos: a incorrecçao ortográfica de que o post padece por ausência da acentuaçao anasaladora grafada com "til" deve-se exclusivamente a deficiências do teclado.

Presidenciais

Além da norma de ter que se ter mais de 35 anos não se pode instituir outra para não deixar ninguém se candidate a não ser que que tenha uma elevada probalidade de viver mais 35 anos? Ou pelo 15 para poder gozar 5 anos do estatuto de ex-presidente!

Saídas profissionais II

É claro que se tivesse tirado Psicologia tinha pano para mangas a fazer investigação sobre as razões que motivaram os presidenciáveis a se chegarem à frente. Até podia fundar um ramo de Psicologia Geriátrica.

Saídas profissionais

Já me perguntaram várias vezes o que é que se faz com um curso de sociologia e eu, acobardado, nunca respondi à altura. Mas de agora em diante já sei o que responder! Encho o peito de ar e digo com muita convicção: "um parque eólico!"

Maldicência

Quando se pratica esta actividade, o mundo perde os contornos e somos capazes de dizer daquelas coisas que nos assombrarão até ao fim dos dias. E quando encontramos a pessoa com a qual partilhamos a prática deste passatempo pensamos sempre: "Será que ele/ela se lembra daquela barbaridade que eu disse?"

Tradução

Não há ninguém que ensine os senhores e as senhores que fazem a legendagem dos filmes que "Hemingway" não é nenhum produto comestível que venha da perna do porco e que, por isso, não se escreve "Hamingway"? E que "Norma Jean" não se escreve "Norma Jeane"?

quarta-feira, julho 27

Peço desculpa pela transmissão, a interrupção segue dentro de momentos... _ photo

terça-feira, julho 26

Poderá ser reposto brevemente [num Portugal onde você vivesse (em 2005??)]... (III)

a arte mural pela emancipação social...

segunda-feira, julho 25

Pode estrear brevemente [num Portugal onde você vivesse (em 2006??)]... (II)

Pode estrear brevemente [num Portugal onde você vivesse (em 2006??)]... (I)

Poderá ser reposto brevemente [num Portugal onde você vivesse (em 2005??)]... (II)

Poderá ser reposto brevemente [num Portugal onde você vivesse (em 2005??)]... (I)

a arte mural contra a opressão policial...

sexta-feira, julho 22

Stalin recortes

Álvaro Cunhal ainda não tinha feito 22 anos quando, após uma viagem de comboio como clandestino pela Alemanha nazi e pela Polónia do ditador Pilsudski, chegou a Moscovo e viu, pela única vez na sua vida, "o amado guia, chefe e mestre de toda a humanidade progressiva, o grande amigo dos trabalhadores", como o definirá, ao comunicar a sua morte aos camaradas, o Comité Central do PCP.


"Por que dar pontapés?" Perguntei, surpreendido: - "assim o sangue não respinga na nossa túnica. Você pode imaginar quanto trabalho nos teríamos na nossa vida se tivéssemos que limpar o uniforme todo o dia?"


(Diálogo de Jacques Rossi, prisioneiro no Gulag (1937-1956), com um dos guardas)

O GULAG (?Glavenoe Uporavlenie Lagerei?, Administração Central dos Campos) consistia em uma vasta rede de campos de trabalhos forçados que se espalhavam por todo o comprimento e toda a largura da ex-União Soviética, das ilhas do Mar Branco às costas do Mar Negro, do Círculo Ártico às planícies da Ásia Central, de Murmansk a Vorkuta e ao Cazaquistão, do centro de Moscou à periferia de Leningrado.

GULAG, com o tempo, passou a indicar também o próprio sistema soviético de trabalho escravo, em todas as suas formas e variedades: campos de trabalhos forçados, campos punitivos, campos criminais e políticos, campos femininos, campos infantis, campos de trânsito. Ou seja, todo o sistema repressivo soviético, o conjunto de procedimentos que os presos outrora denominaram como ?o moedor de carne?: as prisões, os interrogatórios, o traslado em vagões de gado sem aquecimento, o trabalho forçado, a destruição de famílias, os anos de degredo e as mortes prematuras e desnecessárias.


O número total de prisioneiros nos campos costumava girar em torno de 2 milhões, mas o número total de cidadãos soviéticos que tiveram alguma vivência dos campos, na condição de presos políticos, é muito maior. De 1919, quando o GULAG iniciou sua maior expansão, a 1953, quando morreu Stalin, as melhores estimativas indicam que cerca de 18 milhões de pessoas passaram por esse infame sistema.

Poderia [muito bem] ter estreado ontem [num Portugal onde você vivesse]... (II)

Poderia [muito bem] ter estreado ontem [num Portugal onde você vivesse]... (I)

uma [outra (diferente)] opção para combater a opressão...

... e se fossem imagens deste tipo que estivessem pintadas pelas paredes da vetusta Universidade de Coimbra?? eis uma forma (diferente) de [realmente] combater a opressão (seabrista [das telas brancas])... com arte [e sentido estético e político]!!!

quinta-feira, julho 21

Mas que jeitão...

... que têm dado as forças armadas no combate aos incêndios. É nesta altura que elas revelam a verdadeira razão da sua existência.

sábado, julho 16

Pequenos nadas



Foi com algum mal-estar que vim a saber da inspiração poética que originou um meu clássico.

"Start spreading the news..."
"Espalhem a notícia..."

Falas p'ra dentro...

As últimas linhas publicadas por Pacheco Pereira no Abrupto, versando sobre os recentes acontecimentos londrinos, fazem-me duvidar do valor que, até aqui, excepcional e desassossegadamente, lhe tinha vindo a atribuir enquanto percursor português daquilo que poderíamos, com reconhecida ligeireza, designar como "teoria crítica liberal". O seu arrepiante primarismo analítico e as excêntricas referências conceptuais de que, particularmente neste texto, se muniu, não estando à altura do fulano, como que pedem que lhe perguntemos, ao bom estilo MRPPista de Barroso, "para quem é que o senhor trabalha?". Pela pinta do verbo e diligente como as formigas, parece querer tão-só eliminar, por desconsideração oportunista, o discurso político sóbrio e consequente que faz falta porque preocupado com a perceptível insegurança das sociedades ocidentais política e militarmente comprometidas com a Guerra Infinita americana e que, como tal, mais eficazmente consegue confrontar o sócio-ideologismo "das causas" e a vulgata marxista. Tal discurso não resvala para charlatanices apocalípticas que tais e sabe da agressividade e das fraquezas do capitalismo global; ao que se vê, parece comprometer a panfletagem encomendada a JPP que, feito palerma, se sujeita à ridicularização pela crítica ridícula.

quinta-feira, julho 14

Promete lá que és bom autarca...

... e ainda vais ter de tirar a roupinha.

quarta-feira, julho 13

ih ih ih
(para os links, ali ao lado...)

domingo, julho 10

Bom filho a casa torna

Panic - Smiths

Panic on the streets of London
Panic on the streets of Birmingham
I wonder to myself
Could life ever be sane again ?
The Leeds side-streets that you slip down
I wonder to myself
Hopes may rise on the Grasmere
But Honey Pie, you're not safe here
So you run down
To the safety of the town
But there's
Panic on the streets of Carlisle
Dublin, Dundee, Humberside
I wonder to myself

sexta-feira, julho 8

Porque hoje devia [ou poderia muito bem] ser 1º de Abril... (III)

José Sócrates havia prometido não subir a carga fiscal [como mostramos anteriormente] mas menos de 24 horas depois o seu Ministro das Finanças rejeitou qualquer compromisso [de não voltar a subir impostos nesta legislatura], leia-se a notícia n' A Capital. e depois [no (des)Governo de Portugal] ficam embaraçados!!havendo Ministros na berlinda... raios os partam a tod@s!! qual seria a parte de "os impostos não sobem mais" que Sócrates não queria (afinal) dizer??

Governo vai alterar Lei da Nacionalidade

Durante o debate sobre o estado da Nação Sócrates anunciou, que vai alterar a lei da Nacionalidade. Aquilo que parecia ser um enorme avanço civilizacional, para um país marcadamente Colonizador.

"Não faz sentido nenhum que se continue a recusar a nacionalidade portuguesa a quem nasceu em território nacional, a quem tem aqui a sua vida e que não conhece outro país senão Portugal e pertence a famílias integradas na sociedade portuguesa há duas gerações?

Rapidamente se transformou em mais uma decepção para os milhares de PORTUGUESES que esperam pelo direito a Ter um lugar a que possam chamar seu. De acordo com Sócrates, a proposta de lei a aprovar em Conselho de Ministros só conferirá a nacionalidade às pessoas nascidas em Portugal, filhas de progenitores imigrantes que no momento do nascimento se encontrem legalmente em Portugal há pelo menos seis anos. Porque seis anos e não um? Ou dez ?? ou vinte ?? Quantos destes PORTUGUESES tem progenitores legalizados? Perdeu-se mais uma oportunidade para dar algo a quem muito nos tem dado, perdeu-se uma oportunidade para amenizar as tremendas desigualdades sociais a que alguns de NÒS estão sujeitos.

Pegando em Almada Negreiros, se a estes PORTUGUESES não é reconhecido o direito a serem cidadãos então eu quero ser Espanhol...

Saudade...

Sinto que descobri o significado de saudade. Não tenho saudade de outros, nem de locais, tenho saudades do que, sendo meu, morreu contigo. Obrigado por tudo...


Padre ? Patxi Andión

Eres como la mar:
bueno de frente,
peligroso en día gris,
duro y valiente;
llevas en la cabeza
brisas ligeras,
temporal que aún contiene
tu compañera.
Eres como el cantar
de un campesino,
que al cantar va labrando
nuestro camino.
Eres como un dolor
mal repartido,
que se volvió canción
y no quejido.
Eres como la voz
que expende el aire;
eres como un poema
de Miguel Hernández;
y presumes de ser
puro paisano,
de haber sido y de ser
republicano.
Compañero del sol,
fiel compañero,
nunca te preocupó en nada
ser el primero;
eres como el sudor:
callado y quieto,
y nunca abriste el cajón
de tu propio respeto.
Y no quisiste jamás
salvarte solo,
porque no hay salvación ? decías ?
si no es con todos.
No sabes de venganzas
ni de desquites.
Gorrión que cantó siempre,
aún sin alpiste.
Eres como la sangre,
eres el aire,
la mar, la barca, el remo
y el navegante;
timonel de mi alma,
más que nadie?
y aún eres muchas cosas más
que me callo y me callan?
Padre

MEU NOME É ESTA CANÇÃO

Sou uma criança perdida
na imaginação dum bosque.
O vento solta-me o coração,
mas prende-me os braços e o tronco
e nunca mudo de posição.


Os espanejadores do medo
levantam o pó das lágrimas.
O tempo empoeira-se de lendas
e a água da vida vai-se congelando,
enquanto os sonhos ressonam
e eu vou crescendo e minguando.


Queimem o bosque e procurem
o dicionário dos meus anos.
Não sei que idade tenho,
perdi a imaginação
e deixei a memória em casa.
Meu nome é esta canção.

ALBANO MARTINS

quinta-feira, julho 7

Finalmente resolvido.
O espaço em branco no fundo do primeiro post.
Parvoíces do Blogger.
Retomemos então o caminho.

London Calling - The Clash

London calling to the faraway towns
Now that war is declared-and battle come down
London calling to the underworld
Come out of the cupboard, all you boys and girls
London calling, now don?t look at us
All that phoney beatlemania has bitten the dust
London calling, see we ain?t got no swing
?cept for the ring of that truncheon thing

The ice age is coming, the sun is zooming in
Engines stop running and the wheat is growing thin
A nuclear error, but I have no fear
London is drowning and I live by the river

London calling to the imitation zone
Forget it, brother, an? go it alone
London calling upon the zombies of death
Quit holding out-and draw another breath
London calling and I don?t wanna shout
But when we were talking I saw you nodding out
London calling, see we ain?t got no highs
Except for that one with the yellowy eyes

Now get this
London calling, yeah, I was there, too
An? you know what they said? well, some of it was true!
London calling at the top of the dial
After all this, won?t you give me a smile?

I never felt so much a? like

Curioso...

... ou não, a forma como a SIC Notícias utiliza imagens do metropolitano de Lisboa onde dá especial enfoque a negros e árabes para dizer que a segurança foi reforçada depois dos ataques de Londres.

Se resultou com Espanha...

... será que vai resultar com a Inglaterra?

Duvido. Mas terá sido este o pensamento da Al Qaeda? Ou querem simplesmente "caotizar" o sistema político ocidental? O que é que eles podem ganhar com isso? No máximo, mais retaliações do Ocidente em relação aos países Islâmicos. E será isso bom para eles? Claro!, engrossa-lhes as fileiras.

E a solução? Retaliar e alargar a espiral de violência? Não fazer nada e ficar à mercê de ataques terroristas? Tentar dialogar com estes grupos que não têm quaisquer intenções de dialogar? Já se sabe que as causas do terrorismo são basicamente culpa do Ocidente e tal, mas a verdade é que ele existe e já não é mera resposta à barbárie ocidental no mundo islâmico.

A cidade é um chão de palavras pisadas

A cidade é um chão de palavras pisadas
a palavra criança a palavra segredo.
A cidade é um céu de palavras paradas
a palavra distância e a palavra medo.

A cidade é um saco um pulmão que respira
pela palavra água pela palavra brisa
A cidade é um poro um corpo que transpira
pela palavra sangue pela palavra ira.

A cidade tem praças de palavras abertas
como estátuas mandadas apear.
A cidade tem ruas de palavras desertas
como jardins mandados arrancar.

A palavra sarcasmo é uma rosa rubra.
A palavra silêncio é uma rosa chá.
Não há céu de palavras que a cidade não cubra
não há rua de sons que a palavra não corra
à procura da sombra de uma luz que não há.


Ary dos Santos

Os ombros que suportam o mundo

Os ombros suportam o mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.

Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.

Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.

Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, julho 6

Porque hoje devia [ou poderia muito bem] ser 1º de Abril... (II)


Leia-se...

Porque hoje devia [ou poderia muito bem] ser 1º de Abril... (I)

Mato-te porque te amo

"Acredito no Estado Social" - José Sócrates em entrevista à SIC.

terça-feira, julho 5

Poderia [muito bem] ter estreado num dia qualquer [num Portugal onde você vivesse]... (II)

Poderia [muito bem] ter estreado num dia qualquer [num Portugal onde você vivesse]... (I)

grande filme de culto!!!

esta quinta-feira às 22h no RTP Memória não percam "o Bom, o Mau e o Vilão", um fantástico filme [de culto] de Sergio Leone: Durante a guerra civil americana três homens andam em busca de uma caixa com 200 mil dólares roubados. Um deles, Setenza, mata dois homens e um rapaz com o objectivo de localizar o dinheiro. Joe e Tuco, os outros dois, andam de cidade em cidade com um golpe bem montado para arranjar dinheiro. Joe entrega Tuco às autoridades e recebe o prémio pela sua captura. Quando Tuco está prestes a ser enforcado Joe salva-o e fogem com o dinheiro. Um dia Joe quase falha o tiro e Tuco por pouco não morre. Os dois decidem então acabar com o negócio dos prémios e Joe parte com o dinheiro, deixando Tuco perdido no meio do deserto. Este, apesar de tudo, sobrevive e leva por sua vez Joe para o deserto com o objectivo de o abandonar. No caminho cruzam-se com um soldado moribundo que revela a Tuco a localização dos 200 mil dólares: num cemitério. Porém, só a Joe confessa em que campa se encontra o dinheiro. Os dois homens ficam assim obrigados a unir esforços outra vez e após várias aventuras e algumas tentativas de traição chegam ao cemitério, onde Setenza os espera. [sinopse retirada do "site" da RTP]

Era uma vez...

Diana Andringa fez um "documentário" sobre o arrastão(??) de Carcavelos, pode ver-se "Era uma vez um arrastão"

Topologia politica

Algures li que, segundo o filosofo Roger Scruton, "A direita", diz ele, "define-se por oposição à esquerda (ou, talvez melhor, em conflito com ela)" e "não tem sequer a respeitabilidade de uma história". Que o uso do termo esquerda ou direita é questão meramente topologica, isso já eu defendo á muito tempo, agora atribuir uma Historia inteligível á esquerda e atribuir a uma direita apenas a propriedade de reacção ? Depois de uma pequena reflexão "lusco-fusco" ( cinco sete minutos ) venho aqui propor uma nova topologia para a política, consideremos apenas que os partidos são liberais ( em oposição ao conservadorismo ) ou conservadores. O estranho desta nova topologia é que o meu muito bem amado PCP passa para o outro lado e forma aliança com o PSD, o PP, o PNR e o PPM. Será que isto quer dizer algo? Será a diferença entre uma nova e velha esquerda o conservadorismo ? Será o PCP uma força de reacção ás transformações sociais que não controla? Eu atrevo-me a dizer que sim.

Um novo paradigma para Portugal

Alberto João Jardim proferiu mais uma das suas pérolas de chauvinismo ao grunhir que "Portugal já está sujeito à concorrência de países fora da Europa; os chineses estão a entrar por aí dentro, os indianos a entrar por aí dentro e os países de leste a fazer concorrência a Portugal... Está-me a fazer um sinal porquê? Estão aí uns chineses? É mesmo bom para eles ouvirem porque eu não os quero aqui...?. Estas declarações logo causaram grande burburinho, a um Portugal em estagio para as férias. Eu pessoalmente não concordo com ele, acho que precisamos de importar mão de obra barata e desqualificada, para podermos competir novamente com a China e a Índia. Precisamos de 1000000 trabalhadores Chineses para revitalizar a nossa industria de têxteis e de 450000 trabalhadores Indianos para revitalizar e repovoar o Alentejo. Este é o novo paradigma de desenvolvimento para Portugal, depois de uns largos milhares de Ucranianos, a quem devemos a salvação da nossa construção civil, precisamos de atender ás necessidades de um Portugal Moderno e Competitivo...

bravo combate pela autodeterminação dos povos

Coimbra demostra estar na linha da frente no combate pela liberdade e pelo direito ao livre arbítrio dos povos. Num gesto heróico um grupo, de camaradas da luta pela libertação fascista do pais basco, atacou violentamente um grupo militarizado, ao serviço de Madrid, que vinha estabelecer contactos com o mais reaccionário grupo do fascismo coimbrão, o conselho de Veteranos. Este Heróico grupo espancou violentamente a alma de um grupo militarizado, vulgarmente conhecido por escuteiros Espanhóis. Populares presentes no local chegaram a fazer referencia ao Holocausto, para descrever o que ali se tinha passado. A esse Heróico grupo de combatentes desejo a maior coragem para a realização de tão grande tarefa em prol da libertação dos povos...

sexta-feira, julho 1

Rest in peace...

Pouco mais tenho a dizer [nesta altura], senão (o chavão muito catolicamente [por mim, ab]usado): Paz à(s) sua(s) alma(s)!! X, I, ...