segunda-feira, fevereiro 6

Resposta a ( MDA )

Esse teu raciocínio é de tal forma tendencioso, que quando o li cai da cadeira (satirizar o adversário numa disputa é sinal de falta de argumentos). No entanto devia ter tornado explicito que os constrangimentos ao "normal" desenvolvimento de uma criança, cuja estrutura familiar e dinâmica familiar não seja maioritária, é claramente referente a factores de índole cultural e não biológico (não acredito que alguém acredite que exista um cromossoma da homossexualidade). Achas bem que se dê o direito de adopção a um reconhecido terrorista islâmico (para salvaguardar outras interpretações, não estou a comparar homossexualidade a terrorismo de qualquer espécie)? Temos ou não temos, o dever, de fazer distinções, no intuito de salvaguardar a criança, quanto a dinâmicas culturais?

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Presumo então que no caso dos islamitas radicais a tua solução é a esterilazação compulsiva. Não vão eles começar a ter 20 filhos de 3 ou 4 das suas muito desadequadas esposas, quanto mais, no caso improvável de todas elas serem estéreis por causa do urânio empobrecido das múnições americanas, poderem adoptar um puto!

Gaminha, as cadeiras da tua casa estão presas ao tecto?
( e já agora, tens mesmo a certeza de que a homossexualidade é fundamentalmente um fenómeno de índole cultural?)

2/06/2006 07:56:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

a Homosexualidade é um fenómeno de índole não só cultural, mas nunca biológica, o surgir de desejo por individuos do mesmo sexo, surge em todas as crianças.. não implica que haja memória disso.

pôr a possibilidade de que a homosexualidade seja biológica é coisa muito assustadora.. associar sentimentos e desejos, (é disso que trata a tendência sexual de alguém)a uma herença genética, é quase (é mesmo!) como acreditar numa raça pura.

não é possivel impedir, por exemplo, que um toxicodependente tenha um filho, mas é dever social, impedir que adopte uma criança.

quanto a casais do mesmo sexo, adoptarem uma criança, parece-me talvez mais viável do que o presente cultural mostra, sendo no entanto uma discussão que por enquanto é demasiado sensivel para ser abordada, de facto a lei não pode atropelar de forma bruta, a razão consensual da maioria no seu tempo..

2/06/2006 11:08:00 da tarde  

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