quarta-feira, junho 30

Gosto de um bom jogo de futebol. Bastante. Perdi a emoção - exaltação seria, talvez, melhor palavra - em excesso que por vezes me levava a gritar com a televisão, quando jogava o Benfica ou a selecção, mas continuo a admirar o jogo. O 4-4 em 93/94 entre o Benfica e o Bayer Leverkusen ou o 5-3 entre, se a memória não me falha, Anderlecht e Bayern Munich permanecem como modelos da bola, solidificados com certeza pelo contexto emocional da altura. Pessoalmente, todo este excesso de euforia do Euro, arriscar-me-ia a dizer obsessão, em torno de uma equipa de futebol enfastia-me. Admito alguns resquícios, para os mais ávidos em apontar o dedo, de antipatia pelo FCP, mas nada de doentio.
E as buzinas pela noite fora? Ao menos que festejem a pé! E mais, isso não é proibido?
De qualquer modo, admiro o modo de condução (para manter a toada automobilística) que o Scolari empregou na equipa. Ao longo dos jogos, parecia ouvir os portugueses e mudava a equipa consoante o sentimento geral...
... só falta o Sampaio fazer o mesmo! Eleições antecipadas J�!