segunda-feira, julho 10

Quem quer casar com a Carochinha?

Depois de uma zanga de comadres de há décadas, a súcia trotskista do BE continua a consumir-se com o dossier Timor-Leste, dada a preponderância indesmentível de cada uma das instalações artísticas bloquistas no decurso da história política timorense e na resolução dos conflitos que ultimamente emergiram no país. Aquando da convulsão independentista, o PSR, corrente maioritária e dirigente, defendia, por carência de argumentos combativos, por inércia doutrinária e, caso raro, por rendição à inteligência política, a intervenção das Nações Unidas no processo referendário e constituinte, assegurando a desocupação militar indonésia e a pacificação territorial. O Ruptura/FER, indigenato tardio e mal-criado, defendia batatas fritas, Ruffles aliás.
Chico-esperto e sem ter mais que fazer, vem agora o PSR exigir o reconhecimento da sua correcção e verdade revolucionárias, denunciando a capitulação dos LITuanos: «É claro que uma corrente política se pode enganar. Mas deve aprender com a realidade. Só se aprende se se escolhe um caminho para a luta de classes.»
E viveram felizes para sempre.

5 Comments:

Blogger Nelson Fraga said...

"postando" às quatro da manhã?? andas com insónias, meu caro Tiago?? penso que as Ruffles dão um soninho descansado, experimenta... ;)

7/10/2006 05:25:00 da manhã  
Blogger MDA said...

Eu gostava de saber é em que medida é que a Ruptura-FER pode obscurecer "o debate nacional sobre a questão de Timor"...

7/10/2006 07:33:00 da tarde  
Blogger gaminha said...

Eu que tinha a vâ esperança de o psr ser menos trauliteiro e apologista da luta de classes. Meus amigos, que a luta de classes existe é um facto, mas que ela não é controlavel nem representavel é outro. Talvez devessemos todos pensar o fetiche ( quer ele seja da mercadoria, do valor de troca, do trabalho abstrato ou até mesmo da luta de classes) esse sim poe em causa ( quer aqui quer em timor ou na Suazilândia ) um modelo de organizãção opressor ( quer ele seja capitalista ou estalinista ou "soarista" ista, ...ista ).

E já agora como é que sem trabalhadores ( apenas desempregados ) é que existe luta de classes?
Mas vejo com alegria a honestidade do psr em finalmente assumir a ruptura ideologica do bloco de esquerda.

7/11/2006 11:13:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

haha...
não entende nada mesmo...

7/12/2006 08:13:00 da manhã  
Anonymous joão said...

É esclarecedor ouvir da boca do tr que o PSR se anda a render à inteligência política (resta saber à inteligência política de quem)!
Pelo andar da carruagem ainda hás-de ser um dirigente destacado de um qq ps..................r que aparecem por aí de vez em qd tr!

7/20/2006 09:58:00 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home